Na casa mais vigiada, a tensão aumentou,
Marisa sentiu enjoos e o corpo fraquejou.
Os colegas, atentos, logo perguntaram,
Se era cansaço ou algo que piorou.
Os dias intensos deixaram-na abatida,
Com dores de cabeça difíceis de esconder.
O grupo, assustado, tentou dar apoio,
Sem saber ao certo o que podia acontecer.
As câmaras gravavam cada expressão,
E o público notou o olhar mais cansado.
Marisa tentava manter a força,
Mas o mal-estar falou mais alto.
Foi então que a irmã quebrou o silêncio,
Revelando o motivo que ninguém sabia.
Contou que Marisa já vinha frágil,
E que o stress da casa só a consumia.
Disse que não era doença misteriosa,
Nem algo grave a pôr todos em alerta.
Apenas o corpo a pedir descanso,
Numa rotina pesada e sempre desperta.
A casa respira um pouco mais tranquila,
Embora a preocupação não tenha acabado.
Todos entendem que o jogo é exigente,
E o cansaço cedo se torna acumulado.
Marisa tenta agora recuperar forças,
Com o apoio de quem a sabe entender.
E os colegas prometem estar presentes,
Para que ela enfrente o jogo sem se perder.
