O descarrilamento do Elevador da Glória, em Lisboa, continua a somar vítimas. Até ao momento, foram confirmadas 16 mortes e 22 feridos, dos quais nove permanecem em estado grave. O acidente, ocorrido no coração da capital, tornou-se uma das maiores tragédias urbanas das últimas décadas.
Entre as vítimas mortais encontram-se quatro colaboradores da Misericórdia de Lisboa. Tratam-se de Alda Matias, Pedro Trindade, Ana Paula Lopes e Sandra Coelho, profissionais que desempenhavam diferentes funções dentro da instituição.
Alda Matias integrava a Unidade de Avaliação Financeira de Projeto e era descrita por colegas como uma mulher dedicada, respeitada e sempre disponível para ajudar. O desaparecimento repentino da jurista deixou um vazio profundo entre os que trabalhavam diariamente ao seu lado.
Já se manifestou publicamente pesar pela perda dos seus colaboradores, sublinhando que a tragédia afetou não só famílias e amigos, mas também toda a estrutura da instituição.
As investigações às causas do acidente prosseguem, estando a cargo do Ministério Público e de equipas especializadas em transportes. Até que as conclusões sejam conhecidas, permanece a incerteza quanto ao que terá levado ao descarrilamento deste histórico meio de transporte lisboeta.
