Um atropelamento ocorrido na sexta-feira, 14 de novembro, em Carcavelos, deu origem a um novo processo que envolve uma viatura registada em nome de Tânia Laranjo, jornalista da CMTV. Segundo informação divulgada pela TV7 DIAS, o automóvel está sinalizado numa investigação por suposta omissão de auxílio, após um cidadão nepalês ter sido colhido numa passadeira e o condutor ter abandonado o local. Importa sublinhar que não há, neste momento, qualquer confirmação oficial sobre quem conduzia a viatura no momento do incidente.
O atropelamento aconteceu por volta das 21h15, numa rua bastante movimentada. Testemunhas relataram que o carro não parou depois do impacto e acelerou de imediato. Um estafeta da Uber, que presenciou a situação, seguiu a viatura à distância e anotou a matrícula, informação que permitiu às autoridades identificar o veículo associado à jornalista.
A vítima recebeu ajuda de uma testemunha que a transportou até aos Bombeiros Voluntários de Carcavelos. Posteriormente, foi encaminhada para o Hospital de Cascais Dr. José de Almeida, onde deu entrada com traumatismos e teve alta algumas horas depois. O cidadão nepalês garantiu às autoridades que quem conduzia o automóvel era um homem.
A ocorrência foi comunicada à Guarda Nacional Republicana, originando uma queixa por Omissão de Auxílio – Atropelamento com Fuga. O auto de notícia, segundo a TV7 DIAS, identifica Tânia Laranjo como proprietária do veículo, cuja inspeção se encontrava caducada. O seguro da viatura está em nome da filha da jornalista, Francisca Laranjo. O processo foi remetido para o Ministério Público – DIAP de Cascais, onde continua em investigação para apurar responsabilidades.
Tânia Laranjo encontra-se atualmente nos Estados Unidos e, até agora, nem ela nem a sua família comentaram publicamente o caso. A investigação permanece em curso e poderão surgir novos desenvolvimentos nos próximos dias.
