O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deu entrada no Hospital, no Porto, após ter começado a sentir fortes dores abdominais acompanhadas de vómitos. A situação foi identificada como uma provável paragem de digestão, de acordo com a informação oficial divulgada pela Presidência.
O mal-estar surgiu quando o chefe de Estado regressava de Amarante, onde tinha estado a participar nas cerimónias fúnebres do engenheiro António Mota. Durante o trajeto, a indisposição intensificou-se, o que levou à necessidade de assistência médica imediata.
Os clínicos que acompanham habitualmente o Presidente consideraram que não seria prudente continuar a viagem até Lisboa sem uma avaliação hospitalar. Por esse motivo, decidiram encaminhá-lo para o Hospital de São João, uma das unidades de referência do Serviço Nacional de Saúde na região Norte.
À chegada ao hospital, Marcelo Rebelo de Sousa foi submetido a vários exames para determinar a origem exata dos sintomas e descartar qualquer complicação adicional. A equipa médica encontra-se a monitorizar a situação de forma próxima.
A Presidência da República garantiu, através de uma nota publicada no seu site oficial, que todos os procedimentos estão a decorrer com normalidade e que será divulgado um novo comunicado assim que existirem resultados conclusivos dos exames.
Até ao momento, não há indicação de que o quadro clínico represente perigo grave, mas as autoridades médicas optaram por manter o Presidente sob observação para garantir uma recuperação segura e completa.
A situação tem gerado preocupação pública, sobretudo porque Marcelo Rebelo de Sousa tem mantido um ritmo intenso de compromissos oficiais. A expectativa agora recai sobre a próxima atualização do estado de saúde, que deverá ser revelada assim que os médicos concluírem a avaliação.
