O piloto Pedro Bianchi Prata viveu momentos de grande tensão durante a viagem de regresso a Portugal, depois de vários dias de trabalho em Merzouga, no deserto de Marrocos. O noivo de Maria Botelho Moniz relatou toda a aventura nas redes sociais, mostrando que até as viagens mais planeadas podem reservar imprevistos.
Num longo desabafo no Instagram, o piloto contou que tudo parecia estar a correr bem até ao momento da partida: “Encerrámos o trabalho às 18h, com as motos guardadas, o material carregado e o acampamento desmontado. Mas o regresso quis deixar a sua marca”, começou por escrever.
O problema surgiu já de madrugada, quando o atrelado que transportava o material começou a apresentar falhas nas montanhas do Atlas. “À meia-noite, o atrelado começou a dançar. Os rolamentos tinham ido à vida. Estávamos no meio do nada, sem rede, com apenas lanternas e boa disposição. Acabámos por improvisar com fita cola, uma chave 13 e muita esperança”, contou, entre o nervosismo e o humor.
Horas depois, a sorte voltou a sorrir. “De manhã apareceu um mecânico local que nos salvou o dia. Trocámos os rolamentos e seguimos viagem”, revelou. No entanto, os contratempos não ficaram por aí — o piloto enfrentou ainda dois furos, filas demoradas na alfândega e a corrida contra o tempo para apanhar o barco da meia-noite.
Já em Espanha, por volta das quatro da manhã, Bianchi Prata deu nova atualização: “Faltam seis horas até casa. Espero que o resto da viagem seja calma, sem mais surpresas… e que ainda chegue a tempo de almoçar com a família.”
Fiel ao seu estilo positivo e aventureiro, terminou a partilha com uma nota de otimismo e gratidão, destacando o espírito de equipa e a importância de manter o bom humor, mesmo perante as adversidades.
A publicação rapidamente encheu-se de mensagens de apoio e admiração por parte dos seguidores, que elogiaram a resiliência e boa disposição do piloto — qualidades que, mais uma vez, marcaram a diferença nesta inesperada aventura pelas estradas de regresso a casa.
